A gordinha de outubro

   Cynthia Venâncio é a selecionada para o mês de outubro. Uma curitibana linda que foi capa da comunidade Beleza Negra no orkut.

   Cinthia, fale um pouco sobre você: 

  Meu nome é Cynthia Venâncio de Souza, tenho 20 aninhos, sou virginiana – portanto perfeccionista – , sensível DEMAIS, choro por qualquer coisa… rs rs rs, e muito carinhosa!

  Moro em Curitiba, no Paraná, junto com meus pais e mais dois irmãos mais novos.
  Meus amigos mais íntimos costumam me chamar de Cyn ou Cy… Já meu namorado me chama carinhosamente de Pretinha…
  Sou universitária. Estou no 2º ano da faculdade de Enfermagem, minha grande paixão!!!
  Exercer a Enfermagem é o que me deixa mais feliz e realizada: amo a profissão que escolhi e tenho certeza que isso me dará muitas alegrias no futuro.
  Sou muito ligada a minha família. Só tenho o final de semana pra ficar com eles, por isso faço o possível para ficar o máximo de tempo junto deles, e, paralelamente para curtir meu namorado.
  Amo tirar fotos, escrever poesias e dançar…não perco a oportunidade de sair pra um bom pagode, e sambar muitoooooooooo!
  Não gosto de pessoas falsas e mesquinhas, não digo que “odeio”, pois acho essa palavra forte demais…e prefiro evitá-la…

 

   A sensualidade é um dom da raça !

 

  Que boquinha mais sexy!

 

  Frase:O amor é igual borboleta: quanto mais você corre atrás, mais ela foge. Um dia você se distrai e ela pousa na palma da sua mão.”

  Contato: astral1988@yahoo.com.br

Sim sou gordinha, e daí?

Sim sou gordinha, e daí?

 

Minhas curvas são delineadas, tal estrada,
Meu sorriso é doce e terno, sou liberdade,
Carrego no olhar a ternura e a suavidade.

 

Adoro chocolate, um orgasmo verdadeiro,
Não me consolo num abraço traiçoeiro,
Não creio no valor frio, sórdido e rançoso,
Creio no amor superando tudo, esperançoso.

 

Sim sou gordinha, e daí?

 

Tenho um pouco de anjo, voar livremente,
Das bruxas herdei o feitiço e o encantamento,
Da mulher, a delicadeza e a feminilidade,
Da canção, um coração ditando poesia,
Da música, todas as notas, multiplicidade.

 

Sim sou gordinha, e daí?

 

Eu sou todos os sons que a vida interpreta,
Eu sou a harmonia da sinfonia que encanta,
Eu sou a força do viver edificando tudo,
Eu creio em mim e nos meus valores, contudo,
Não creio na falsa verdade do preconceito.

 

Sim sou gordinha, e daí?

 

Meu espelho não mente, não me engana,
Vejo nele refletido meu corpo e minha alma.
São tantos rumores, falsos pudores,
Corações de cera fria, perseguidores,
Vou juntando os cacos e deito-os no lixo.

 

Não entro em conflitos, sou a paz,
Sou eu, amando, sorrindo, chorando,
Pela vida fora, segura vou andando.

 

Sim sou gordinha, e daí?

 

Sou menina, mulher, mãe, avó,
Sou amiga, vizinha, tia…
Sou feirante, florista, ou vadia.
Sou o que eu quiser,
Por ora sou, simplesmente, mulher.

 

Autor(a)  desconhecido(a).

 

 

 

 

Depoimento de uma gordinha…

Gordinhas Sedutoras: Fale um pouco sobre a foto.
Esta sou eu, Marina Oliveira de Souza, ou melhor, esta era eu, com 145kg, até que fosse realizada a gastroplastia (cirurgia de redução do estômago).
 

Gordinhas Sedutoras: Como você era quando nasceu?
Você  está curioso(a), não é mesmo? Então, vou contar para você a minha história, a história de uma gordinha. Bom, sou de uma família de três irmãs. Fui o menor bebê entre nós três. No entanto, com os passar dos anos, fui crescendo e, consequentemente, engordando!

Gordinhas Sedutoras: Você sempre foi uma pessoa gorda? Quais os apelidos que já lhe foram atribuídos?
Sempre fui uma criança gorda e, é claro, qual criança gorda não sofre ao ser chamada de baleia, de gorda, e de muitos outros apelidos perjorativos? Sabe como eu reagia? Da pior maneira possível: socando todo o mundo. Assim me tornei pré-adolescente, adolescente e jovem.

Gordinhas Sedutoras: Como era para você ser gorda? Como você se sentia?
Você talvez não consiga imaginar o que é ser uma adolescente e uma jovem gorduxa: você está na época das descobertas e eu não conseguia ter uma vida” normal”. Quando percebi, que “não estava vivendo” entrei literalmente em crise. Alguma coisa eu tinha que fazer. Sentia que “eu não estava vivendo” nada do que me era de direito para a minha idade.

Gordinhas Sedutoras: Você já tentou fazer alguma dieta?
Fiz muitas dietas, sem êxito.

Gordinhas Sedutoras: Como ficou sabendo da existência da gastroplastia?
Um dia fiquei sabendo que uma prima minha tinha feito a gastroplastia e vimos os resultados de forma tão imediata que logo meu pai também fez a cirurgia. Parecia a solução para todos os problemas relacionados à obesidade.

Gordinhas Sedutoras: Conte como foi sua experiência ao tentar realizar a gastroplastia pela primeira vez.
Foi aí que, aos 17 anos, tentei, pela primeira vez, realizar a gastroplastia. Imagine: eu tenho 1,70 de altura e já cheguei a pesar 145 quilos, ou seja, minha obesidade já era considerada mórbida. No entanto, para minha tristeza, meu plano de saúde não aceitou informando que eu era nova demais.

Gordinhas Sedutoras: Você desistiu de fazer a gastroplastia?
Não. Aos 19 anos tentei novamente e consegui. Realizei a gastroplastia.

Gordinhas Sedutoras: Como se sentiu ao realizar a gastroplastia?
No início fiquei muuuito feliz. Tinha sido uma grande conquista. Uma grande conquista por ter passado dois anos em tratamento com uma psicóloga, uma nutricionista e um endócrino (tudo para ver se minha cabeça estava preparada para o procedimento) e principalmente por ter sobrevivido à cirurgia (trata-se de uma cirurgia de risco).

Gordinhas Sedutoras: Como foi seu pós-operatório?
Terminada a cirurgia eu fiquei quatro dias internada. Eu não pude nesses quatro dias colocar nada na boca, nada mesmo: nem uma gotinha de água. Depois do quarto dia fui para casa.

Gordinhas Sedutoras: Como passou a se alimentar após a gastroplastia?
Passei a tomar 30ml de qualquer líquido de meia em meia hora. Fiquei um mês assim. Depois passei para o pastoso. Lá se foram mais quinze dias.

Gordinhas Sedutoras: Como seu corpo reagiu ao se alimentar desse jeito?
Sabe, eu não me sentia bem. Não me sentia bonita ou atraente. A gente vai para a cirurgia com uma falsa impressão: a gente acha que depois da cirurgia a gente vai sair do hospital magra, e não é bem assim. A gente tem muito trabalho depois da cirurgia.

Gordinhas Sedutoras: O que foi mais difícil para você após a gastroplastia?
O mais difícil é que a gente não pode comer demais, não pode comer nada muito gorduroso ou muito doce. Tem alguns alimentos que a gente não pode comer de jeito nenhum até mesmo depois de anos se operada. Vou te dar um exemplo: tenho síndrome de dummping (é quando o açúcar cai muito rápido na corrente sanguínea, aí você sente uma  aceleração no coração e fica com um mal estar muito grande) e não consigo mais comer chocolate, não posso comer muito queijo, etc.

Gordinhas Sedutoras: Descreva algumas conseqüências não muito boas da gastroplastia.
São muitas as conseqüências não muito boas advindas da cirurgia de redução do estômago. Vou citar algumas: hoje em dia estou com pouco ferro no meu corpo, estou com falta de algumas vitaminas, meu organismo não absorve mais a vitamina b 12, meu cabelo cai com muito mais freqüência, minhas unhas são fracas (com o tempo isso vai parando) e eu vou ter que tomar remédios para o resto da vida.

Gordinhas Sedutoras: Descreva algumas conseqüências boas da gastroplastia.
Mas também há conseqüências muito boas e elas superam as dificuldades que tenho e terei. Vou citar algumas: minha auto-estima melhorou muito,  estou bem mais confiante, eu me sinto bem, me sinto “normal”, uso roupas tamanho M ou G que são encontradas em quase todas as lojas e nunca me arrependerei de ter feito a cirurgia principalmente porque se não fosse a cirurgia eu não saberia se viveria até os meus 30 anos.

Gordinhas Sedutoras: Você recomenda que outras pessoas façam a gastroplastia?
Eu recomendo sim a cirurgia, apesar de tudo o que citei acima. No entanto, apenas para as pessoas que têm obesidade mórbida ou que a obesidade esteja causando problemas sérios de saúde. Não se tratando apenas de uma questão estética, mas, principalmente, de uma questão de saúde.

Gordinhas Sedutoras: Fale um pouco sobre a foto.
Esta sou eu, Marina Oliveira de Souza, 22 anos, estudante de história da Unisul, em Laguna – SC, solteira, com 90 kg, linda e feliz =D.

Cirurgia Bariátrica (redução do estômago): uma questão de escolha?

Está sendo cada vez mais comum obesos aceleram a ‘engorda’ para realizar a cirurgia bariátrica. No entanto, especialistas alertam que o artifício usado para obter grau de morbidade pode trazer sérios danos à saúde.

“Estou engordando para fazer a cirurgia”. Essa frase é muito mais comum do que se imagina entre obesos que desejam fazer a cirurgia bariátrica, indicada para redução de estômago, e ainda não alcançaram o peso ideal para serem submetidos ao procedimento. Em vez da reeducação alimentar para perder peso, muitos pacientes optam pelo método mais radical, confiantes de que a cirurgia é a saída para o problema. Especialistas condenam tal atitude, alertando que o ganho de peso acelerado pode trazer sérios riscos à saúde. Do outro lado, planos e convênios médicos são ainda mais rigorosos e exigem uma lista de exames e laudos para autorizar o procedimento.
Engordar para se tornar candidata ao procedimento foi a meta da artista plástica G.M.C, 33 anos. Em um ano, ela ganhou 12kg, passando a pesar 98kg, distribuídos em apenas 1,55m de altura. “Era muito mais fácil engordar dez quilos do que perder 40kg. Passei a minha adolescência inteira tentando emagrecer e não conseguia. Para mim, a cirurgia é a única forma de conseguir alcançar o peso adequado. Já tenho laudo de um psicólogo que atesta que tenho compulsão por comida”, revela a paciente.

A decisão foi tomada após anos de dietas frustradas e ao saber que ainda não tinha o perfil para o procedimento. Sem apresentar problemas graves de saúde, como hipertensão arterial, apnéia do sono e colesterol alto, ela também não tinha índice de massa corpórea (IMC) acima de 40 kg/m2 – o mínimo para ser classificada como portadora de da obesidade mórbida. Com a dieta de engorda, G.M.C passou de obesa moderada, com IMC de 35.8, para obesa mórbida, com IMC de 40.79.
A paciente diz que mantém o anonimato por medo de que o plano de saúde vete a cirurgia, sob a alegação de utilizar meios ilegais para o procedimento. Ela defende que não se trata apenas de uma questão estética. O ganho de peso já trouxe conseqüências para sua coluna, problemas dermatológicos e deixou seu estado emocional abalado. “Não tenho qualidade de vida nenhuma. Minha auto-estima é muito baixa. Me olho no espelho e não tenho vontade de viver. Morro de vergonha quando tenho que abaixar até para pegar uma moeda”, desabafa.

Conheçam os principais exames exigidos:
* Exames de sangue completos;
* Raio-x das articulações;
* Endoscopia;
* Polissonografia (diagnóstico da apnéia);
* Ecocardiograma;
* Eletrocardiograma;
* Mamografia para as mulheres;
* Avaliação psicológica;
* Em alguns casos, o histórico de consultas com um médico endocrinologista, com o objetivo de provar a tentativa de tratamento para emagrecimento.

Possibilidade de adquirir doenças:
Casos como o da artista plástica G.M.C não são isolados. Obesos classificados nos graus I e II, que não conseguem sucesso através de dietas, fazem de tudo para alcançar o índice de morbidade. O cirurgião bariátrico Márcio Café alerta que o ganho de peso acelerado é uma atitude condenável, além de ser extremamente perigosa. “Quem aumenta mais de 20% o seu peso corre quatro vezes mais o risco de desenvolver doenças associadas à obesidade mórbida, como diabetes, hipertensão, gordura no fígado, comprometimento nas articulações, entre outras”, afirma.

O especialista diz que a cirurgia deve ser a última alternativa para o obeso, lembrando que o procedimento também oferece riscos. O cirurgião salienta que, antes da indicação cirúrgica, são avaliados todos os exames do paciente, inclusive os psicológicos. O procedimento é indicado quando se constata o insucesso com o método da reeducação alimentar e se forem detectadas doenças com complicações graves, como hipertensão, apnéia e colesterol elevado. A avaliação é feita por uma equipe composta de vários profissionais.

O especialista defende, no entanto, que o procedimento não deve ser apenas indicado com base no IMC. Ele deve levar em consideração casos em que a obesidade esteja interferindo na saúde do paciente e comprometendo a sua qualidade de vida. “Há obesos que possuem IMC de 40 e não possuem exames alterados, enquanto outros possuem IMC de 35 e já estão doentes. Estes têm muito mais chances de serem operados”, explica. É com base nessa avaliação que os médicos condenam os planos de saúde que tentam impedir a realização da cirurgia em pessoas consideradas obesas moderadas, com IMC menor que 40, mas que apresentam problemas de saúde. “Os planos precisam entender que não vamos operar índices, mas sim, pessoas”, pontua.

Para a psicóloga Sylvia Barreto, que trabalha no Centro de Obesidade do Instituto Márcio Café, a ânsia de alguns pacientes em fazer a cirurgia bariátrica se justifica pela crença de que o procedimento representa a cura definitiva da obesidade e o fim de todos os problemas relacionados ao peso.
Essa é uma falsa idéia, afirma a psicóloga. “A obesidade não tem cura. O paciente não pode achar que irá ficar curado. Ele terá que controlar o peso para o resto da vida. A cirurgia é apenas um tratamento”, alerta.

A especialista salienta que, geralmente, os pacientes obesos apresentam estado emocional abalado, com quadros de ansiedade, baixa auto-estima, limitações na vida social e afetiva e depressão. Esses fatores contribuem para que essas pessoas se sintam mais vulneráveis a certas atitudes radicais.

Principais indicações e cálculos:

A cirurgia bariátrica é realizada quando o índice de massa corporal (IMC), ou seja, a razão entre o peso e o quadrado da altura é maior que 40kg/m². É o caso, por exemplo, de uma pessoa de 1,70m que pesa mais de 116kg. A operação também é indicada nos casos em que o IMC varia entre 35kg/m² e 40kg/m² e o paciente apresenta diabetes, hipertensão arterial, apnéia do sono, hérnia de disco ou outras doenças associadas. Em ambos os casos, o Consenso Latino-Americano de Obesidade só recomenda o procedimento a pessoas que vêm ganhando peso nos últimos cinco anos, sem resposta satisfatória ao tratamento convencional.

Texto escrito por Cilene Brito.

Fonte: http://www.correiodabahia.com.br/aquisalvador/noticia_impressao.asp?codigo=155576

A gordinha de agosto

  Mona é a linda gordinha selecionada para o mês de agosto. Ela é uma carioca de 31 anos, mãe, estudante. Enfim, uma morena linda de arrasar corações. Para Mona o sucesso depende de luz própria e, muitas vezes, de determinada dose de ousadia na hora certa. Éh Mona, luz própria não lhe falta.

  Mona, fale um pouco sobre você.

  Para chegar onde quero, não há quem me segure! E, se alguma coisa der errada pelo caminho, faz parte. Eu caio, levanto e me ergo ainda com mais força! Não saio do salto nunca.

   Eu sempre penso duas vezes antes de agir, mas o que rolar, rolou! Um empurrãozinho, a pilha dos amigos na hora certa e alguns minutinhos de conversa (e as palavras certas!) podem ser o que estava faltando para te levar a tomar atitudes, a meu ver, mais… Extravagantes! Se permitir é bom, com certeza, desde que você não saia da linha e não magoe ninguém.

 

Hummmm!!! Que charme e beleza. Muito provocante.

Como resistir a tanta graça e sensualidade?

Frase: “A sensualidade é um traço marcante de minha personalidade. A sedução é um desafio a mais em qualquer situação. De bem com a vida e com a auto-estima, faço da sensualidade uma aliada”.

Contato: rosermona@hotmail.com