Empresa é condenada por preconceito contra obesa em Ribeirão Preto

Olá, meu nome é Nahla. Sou da cidade de Ribeirão Preto-  SP, tenho 29 anos e sei muito bem o que é ser gordinha. Desde da escola , empregos e até em ônibus …

A maldade do ser humano é enorme…

Mas agora, eu ando com a cabeça sempre erguida. Porque agora sinto que pelo menos uma única pessoa eu devo ter ajudado com a minha história.

Missão cumprida ainda não…

Mas estou na luta…

Pois eh..

Sei bem como o preconceito doi.

E gostaria de compartilhar com vocês.

Chega vamos dar um basta no preconceito.

Por nossa amiga e leitora Nahla.

Empresa é condenada por preconceito contra obesa em Ribeirão Preto

Uma empresa de mototáxi de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) foi condenada pela Justiça do Trabalho, em primeira instância, a indenizar por dano moral uma ex-funcionária alvo de humilhação por ser obesa. A sentença, de junho deste ano, condenou a empresa ao pagamento de uma indenização de R$ 16 mil. Em audiência de conciliação, no último dia 28, foi fechado um acordo de R$ 8.000. O processo foi movido por Nahla Camila do Espirito Santo dos Santos, 29. Na ação, a empresa aparece com a razão social de Fabricio Pelet Andrade, que é o nome do dono do estabelecimento. Nahla afirma que foi secretária na empresa por cerca de dois anos, até novembro de 2011. Ao longo do ano passado, diz ela, passou a ser alvo de humilhações causadas por outra funcionária do local.

Ela diz que a companheira de trabalho fazia desenhos ridicularizando sua obesidade. Afirma que, hoje, tem 138 quilos, mas que na época do ocorrido pesava 162 quilos. Nahla diz que a pior das humilhações ocorreu quando a mulher colou no banheiro dos funcionários o desenho de um elefante. No papel, havia a inscrição “Ká” –ela diz ser uma referência a Camila, seu segundo nome. Ela conta que, diante do ocorrido, chegou a procurar a Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência, mas que foi orientada a expor o problema a seu patrão. Nahla diz que escreveu o que estava passando em um papel e entregou a Andrade, que, segundo ela, chegou a assinar o documento, mas não tomou providências. “Não esperava que ele a demitisse, mas que houvesse ao menos uma advertência.” Nahla disse que fazia tratamento psicológico em razão do fato. Ela afirma que foi sua psicóloga quem a orientou a procurar a Justiça. No texto da sentença, o juiz do trabalho substituto Gustavo Triandafelides Balthazar cita que “cabe ao empregador propiciar um ambiente de trabalho saudável, tomando as medidas necessárias, inclusive fiscalizadoras, para que nenhum trabalhador tenha sua dignidade abalada”.

Fonte: Noticias BOL.

Look plus size: pretinho apimentado

Um look monocromático com nosso pretinho amigo e amado.

Para fugir do preto total básico e sem graça, optei por uma calça com material não tão básico e super sensual!

Amo esse efeito de couro que essa calça tem. E é apenas aparência mesmo!

A malha é super molinha e ultra confortável e como eu ia pra uma aula de maquiagem e depois bater perna no shopping achei super ideal.

Além do que sempre priorizo meu conforto nas minhas roupas!

Acesse o meu blog: Doce Feito Pimenta.

Por nossa amiga e leitora Patricia Quental.

Promoção moda plus size em Salvador – Bahia

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Tel: (71) 3462 – 6163

Sobre concursos de Miss Brasil Plus Size

Foto:  Renata Vaz

Eu adoro assistir concursos de Miss. Mulheres lindas, bem maquiadas e penteadas, desfilando com roupas deslumbrantes me enche os olhos.

Porém, eu, Renata, jamais participaria como candidata. Por mais organizado que um concurso seja, eu me sentiria injustiçada de ser julgada por um pequeno grupo de pessoas. O que é bonito para uma, pode não ser bonito… para outra. E como eu me acho linda de morrer, certamente pensaria que eles não fizeram a melhor escolha, caso eu perdesse. E nisso não há dúvidas. Ninguém entra em um concurso de miss só para participar. Todo mundo quer, lá no fundinho, receber a coroa.

No mais, o que posso dizer é: mulher que se ama de verdade não precisa de faixas ou títulos para se sentir melhor. A aprovação alheia é desnecessária.

Participar de concursos de Miss também não é garantia de trabalho como modelo para ninguém. Cléo Lima Fernandes, por exemplo, fechou diversos contratos de trabalho sem que os contratantes soubessem que ela era miss. Ou seja, quando a modelo é bonita, talentosa e capacitada, trabalha tanto quanto qualquer miss. Aliás, Gisele Bundchen nunca ganhou um concurso de miss, não é mesmo?

Pensem nisso, meninas!

Por Renata Vaz.

WorkShop com Diego Lozano em Salvador/BA

Foto: Mércia Costa.

Olá, sou Mercia Costa, colunista do Gordinhas Lindas, Chef Pâtissier,Sommelier, instrutora de confeitaria e proprietária do Ateliê Mel Doçuras. Convido todos os leitores para o WorkShop com Diego Lozano, em Salvador – Bahia.

Entre os dias 11 e 15 de junho o chef paulista Diego Lozano estará em Salvador realizando o I workshop em confeitaria e sobremesas. Serão cinco aulas, com temas diferentes: Chocolate, clássicos revisitados, tortas de autor, entremets e sobremesas para restaurantes. O curso vai acontecer no Centro de práticas gastronômicas da Unifacs.

Foto: Diego Lozano.

A ideia de trazer o renomado chef, especialista em confeitaria, foi das empresárias Noelma Machado, da Anis Estrelado Catering e Mércia Costa, da Mel Doçuras. “Queremos fazer com que os profissionais daqui entendam que é fundamental se informar, se capacitar e inovar sempre”, destaca Noelma.

Cronograma das aulas:

- Terça-feira, 11/06/2013, 08h / 17:30h – Chocolate:

(Técnicas de manipulação, elaboração de bombons moldados, com recheios exóticos utilizando ingredientes brasileiros ou não, pintura de moldes, utilização de transfer, etc).

- Quarta-feira, 12/06/2013, 13h /17h – Clássicos Revisitados:

(Sobremesas clássicas brasileiras com apresentação moderna).

- Quinta-feira, 13/06/2013, 13h / 17h – Tortas de Autor:

(Tortas sofisticadas, elaboradas pelo Chef Diego Lozano, utilizando técnicas europeias e ingredientes nacionais).

- Sexta-feira, 14/06/2013, 13h / 17h – Entremets:

(Elaboração de bolos europeus com ingredientes brasileiros e decorações variadas em chocolate).

- Sábado, 15/06/2013 – 09h / 13h – Sobremesas para restaurantes:

(Para profissionais de restaurantes com conhecimento intermediário ou avançado).

Os telefones para quem quiser tirar dúvidas ou se matricular são (71) 9963-5006, (71) 9196-9053, (71) 9225-0871, (71) 9204-8510. O e-mail é diegolozanoemsalvador@outlook.com

Por nossa colunista Mércia Costa.

procuro alguém especial

Olá, equipe do Gordinhas Lindas. Estou a procura de alguém especial. Os homens dizem que gostam de gordinhas, mas hora de compromisso sério, eles caem fora por vergonha do que os outros irão pensar. Me poupe!

Para entrar em contato comigo, pesquise no facebook: Fatynha Ribeiro

Por nossa amiga e leitora Fatynha Ribeiro!

Ser gorda, e daí?

Acordei com uma avalanche de mensagens no Twitter. O motivo é a personagem Perséfone, uma enfermeira acima do peso, interpretada por Fabiana Kharla, na minha novela Amor à vida, da TV Globo. Aqui não costumo falar do meu trabalho em novelas. Desta vez, não resisti. A maioria dos tuiteiros pedia que eu mudasse o destino dela – embora, por estar no início da história, eu não tenha contado o que acontecerá. Uma mulher me escreveu uma longa carta dizendo que é gorda, sim, e sofre discriminação. É um assunto pouco discutido, mas real. Acredito que atualmente gordos são mais discriminados que os negros. Já vivi isso na pele, porque já fui praticamente obeso. Perdi vários quilos, continuo gordinho, mas nada como antes. Na época, era uma tortura entrar nas lojas. Perguntava:

– Posso experimentar aquela camisa ali?

A vendedora me lançava um olhar de alto a baixo e respondia, com um sorrisinho de desprezo:

– Não temos seu número.

E corria atender outro cliente – vendedor sempre quer se ver livre de quem não vai comprar.

Se eu já era cliente e a “extra large” não fechava no umbigo, o vendedor dava uma desculpa esfarrapada:

– É que esse modelo veio com corte slim.

Muitas vezes, pensei em entrar numa loja de camping e comprar uma barraca para usar como túnica.

Ainda mexem comigo por ser gordinho e ter barriga. Os tuítes recebidos fizeram-me refletir sobre a discriminação intensa com os gordos. A gordura sempre é encarada como desleixo. Alguém pode ter um problema hormonal ou de qualquer outro tipo. É visto como preguiçoso. Gula existe. Tenho vocação para gordo, porque gosto de comer. Um amigo obeso é capaz de comer um queijo inteiro antes do jantar. Existe a compulsão pela comida, que merece tratamento. Muitos magros sofrem da mesmíssima gulodice. Só que a genética, para eles, deu sorte. Há quem devore um leitão inteiro e não ganhe 1 quilo. Para outros, como eu, basta respirar que o ar já engorda!

Ser gordo virou crime. Um brigadeiro já dá sentimento de culpa. Outra noite, em seu programa, Jô Soares disse que o gordo é tão discriminado quanto o anão.

– O anão não alcança. O gordo não cabe.

Exemplificou com as poltronas de avião. O gordo senta e já está encaixado. Nem precisa de cinto de segurança. Ou pior:

– É impossível se virar dentro de um banheiro de avião! Se entra de frente, todo mundo já sabe que vai fazer xixi.

A gorda é sempre aquela que se torna a melhor amiga das outras garotas. Enquanto as outras se divertem com o sexo oposto, ela se afoga na rejeição. Um trauma. A gorda passa a vida tentando resolver, enquanto aumenta de peso ainda mais, de tanto comer doce para passar a ansiedade.

Às vezes, gostaria de ter nascido nos tempos de Buda. É o único gordo reverenciado, apesar da barriga.

O mundo atual exalta os magros. A anorexia, em vez de distúrbio, está se tornando virtude. Eu, que convivo no meio de atrizes e modelos, vejo moças esqueléticas. Quando assisti ao filme A troca, com Angelina Jolie, me senti até mal com sua magreza. Insistem que é a mulher mais bela do mundo!

Sutilmente, nos empregos, gordos perdem as vagas para magros. Hoje em dia, quando se convocam candidatos, não se fala tanto no quesito “boa aparência”. Mas ele está lá, presente na cabeça de quem contratará. O gordo tem de ser dez vezes melhor para ter sua chance. E, mesmo assim, olha lá. Gordo é contratado em academia? Como vendedor em loja de grife?

Obesidade pode ser uma questão de saúde. Ou de reeducação alimentar. Mas não pode se tornar um problema de rejeição social. Acima de tudo, obrigar as pessoas a se tornar magérrimas em nome de um conceito de beleza, não é estranho?

E o pior: muitos gordos passam a acreditar que jamais serão amados. Quando encontram alguém, agem como se estivessem recebendo um favor. Os homens têm mais sorte. Mulheres gordas convivem demais com a rejeição. O lado mais cruel dessa rejeição é que ela se torna piada. Dois rapazes se encontram, um diz, espantado:

– Você saiu com a gordinha?

– Fiz uma caridade.

A exigência de magreza se tornou opressiva. Ser gordo virou um anátema. É mais um preconceito, entre os muitos de nossos tempos. E a personagem de Fabiana Kharla, que inspirou este texto? Ahhh… prometo surpresas, mas não conto o final da novela. Garanto: um dia as gordinhas me agradecerão.

Por WALCYR CARRASCO é jornalista, autor de livros, peças teatrais e novelas de televisão.

Fonte: Revista Época.

A gordinha de junho

A gordinha do mês para junho é a modelo plus size Bruna Aparecida.

Fale um pouco sobre você:

Moro em São Paulo, tenho 21 anos e sou modelo de prova plus size da loja Pernambucanas.

Charmosa!

Linda!

Uma frase: Quem é de verdade sabe quem é de mentira!

Cinta modeladora: America Slin

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Estava meio deprê, até…

Olá meninas!

Meu nome é Joana, tenho 22 anos e sou aqui do ABC Paulista – São Paulo, e tenho lindo e deliciosos 110 Quilos! Segue minha foto para nos conhecermos!

Estava para baixo, meio deprê quando encontrei o site de vocês. Sabem, depois que li os depoimentos daqui, vi o que todas compartilham, comecei a dar menos importância ao que pensam os outros. Sempre sofri muito por conta do meu peso. Na escola já sabem….. malditos apelidos, brincadeiras de mal gosto, etc, etc, etc.

Isso traumatiza muito uma pessoa, principalmente quanto tais “crueldades” são feitas na fase infanto-juvenil, que também engloba a adolescência Sempre me “fechei em copas” por conta disso.

Finalmente terminei minha faculdade, estou a caminho de minha aprovação na OAB e olho para trás muitas daquelas pessoas que me “maltratam” quando era mais nova e sabem o que vi? Pessoas que de tanto cuidarem da vida alheia e secarem os outros, definharam. Não progrediram. Param no tempo naquele mundinho medíocre e discriminatório deles.

Outros conseguiram subir na vida, mas aprenderam a respeitar. A vergonha de me olhar é tanta que muitos mudam até de calçada. Sabe porque? Muitos sempre me subjugaram acham que gordinho não tem futuro, não tem amor, não deve ter nada na vida…

Pois, é, eu tenho tudo e sou muito feliz! Tenho um companheiro maravilhoso, uma mãe que até hoje me defende feito leoa (!), acabei minha faculdade, todos me reconhecem pela minha competência e simpatia!! Hoje, aquelas pessoas sentem inveja de mim. Mas ela são bobas, sabem porque? Eu não “tenho” eu SOU!

Ainda tenho um pouco de vergonha de mim em relação a reprovação dos outros… Acho que aquela fase deixou um certo “rombo” psicológico…. Tipo de um bloqueio: Não consigo ir a praia, usar biquíni ou maio… Mas estou melhorando sabiam?!

Consegui tomar iniciativa e ir procurar trajes de banho para ver! E tenho certeza que vou compra-los e usa-los!! O primeiro passo eu dei! Quero muito que outras mulheres que também se sentem assim, leiam este post e criem coragem!! Vamos incentivar umas as outras!

Ninguém melhor do que nós mesmos, que sabemos o que sentimos em relação ao undo para nos darmos força!!

Parabéns a todas aquelas que conseguem dar de ombros ao mundo e ser feliz como são!! Eu estou chegando lá!!

Beijos!!

Por nossa amiga e leitora Joana.